<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>Tecnologia &amp; Comunicação - Latest Comments</title><link>http://tecnologiaecomunicacao.disqus.com/</link><description></description><atom:link href="https://tecnologiaecomunicacao.disqus.com/comments.rss" rel="self"></atom:link><language>en</language><lastBuildDate>Wed, 27 Jul 2016 13:40:39 -0000</lastBuildDate><item><title>Re: Collective Intelligence não é Inteligência Coletiva</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/03/15/collective-intelligence-nao-e-inteligencia-coletiva/#comment-2806623857</link><description>&lt;p&gt;quando a gent olha e vê pergunta ai vem aquela musiquinha sert...tem que ver pra crer ....&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Dyllon Duarte Tergilene</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jul 2016 13:40:39 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Sentimento: nova corrida do ouro da informação digital</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/04/05/sentimento-nova-corrida-do-ouro-da-informacao-digital/#comment-2806619521</link><description>&lt;p&gt;72 4nN2 e com placantibacteriana eu sei lá desconex!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Dyllon Duarte Tergilene</dc:creator><pubDate>Wed, 27 Jul 2016 13:38:29 -0000</pubDate></item><item><title>Re: iPad mini: quando menos é mais na apropriação tecnológica humana</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/02/14/ipad-mini-quando-menos-e-mais-na-apropriacao-tecnologica-humana/#comment-1520606499</link><description>&lt;p&gt;Eu sempre acho que é um problema transportar os Ipads pra cima e pra baixo! É muito grande, nem sempre cabe na bolsa e em eventos que costumo frequentar, fica gigantesco. Mesmo perdendo um pouco em funções de hardware, acho que é uma peça que cumpre um papel diferente e dá um banho na portabilidade.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Natália Azevedo de Castro</dc:creator><pubDate>Fri, 01 Aug 2014 16:46:49 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Sentimento: nova corrida do ouro da informação digital</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/04/05/sentimento-nova-corrida-do-ouro-da-informacao-digital/#comment-910283935</link><description>&lt;p&gt;Excelente&lt;br&gt;post, que nos faz refletir sobre o potencial da mineração de sentimentos na&lt;br&gt;rede para as mais diversas aplicações. Inclusive para oferecer empatia às&lt;br&gt;pessoas, e procurar entender as necessidades que estão por trás dos&lt;br&gt;sentimentos. Escrevemos um post sobre isso que oferecemos a esse rico&lt;br&gt;debate: &lt;a href="http://migre.me/eKN4d" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="http://migre.me/eKN4d"&gt;http://migre.me/eKN4d&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">fator_f</dc:creator><pubDate>Mon, 27 May 2013 18:24:43 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Collective Intelligence não é Inteligência Coletiva</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/03/15/collective-intelligence-nao-e-inteligencia-coletiva/#comment-900202884</link><description>&lt;p&gt;Penso que a tradução adequada para &lt;i&gt;Collective Intelligence&lt;/i&gt; seja Inteligência Coletora, uma vez que pode se tratar de um sistema ou algoritmo que coleta dados de um outro sistema que depende de contribuições coletivas (por ex. Wikipedia, Twitter, etc.) gerando uma grande quantidade de dados que serão depois analisados por um cientista de dados.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Mauro Cafundó Morais</dc:creator><pubDate>Fri, 17 May 2013 07:02:49 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Collective Intelligence não é Inteligência Coletiva</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/03/15/collective-intelligence-nao-e-inteligencia-coletiva/#comment-818955067</link><description>&lt;p&gt;o autor não descontruiu o que já é senso comum no Brasil. Criticou sim o mecanicismo das adaptações mas fez o mesmo...bem....acrescentou que é necessário "ferramentas" adequadas, Isso é o novo?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Ferramenteiro Silva</dc:creator><pubDate>Mon, 04 Mar 2013 11:23:20 -0000</pubDate></item><item><title>Re: iPad mini: quando menos é mais na apropriação tecnológica humana</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/02/14/ipad-mini-quando-menos-e-mais-na-apropriacao-tecnologica-humana/#comment-801391641</link><description>&lt;p&gt;Não é bem assim quando se fala em tecnologia (área em que deve necessariamente haver uma evolução constante). No caso específico da Apple, as diferenças de capacidade de processamento e capacidade gráfica do chip A6X para o A5 são consideráveis, embora não sejam brutais. &lt;br&gt;Deve-se ter em mente que a vida útil efetiva de um aparelho com processador antigo é menor, já que, a cada atualização de software, exige-se mais da máquina. Tome-se como exemplo um iPad de 1ª geração: quando foi lançado, em 2010, rodando com iOS 3.0, executava tarefas e abria aplicativos com rapidez satisfatória. O mesmo aparelho, rodando o iOS 5.1 e executando os aplicativos de 2013, é uma carroça tecnológica. Lento, muito lento, e incapaz de rodar gráficos mais pesados. O mesmo ocorre com os iPhones. Meu velho iPhone 3GS, rodando o iOS 6, também é lento de doer. Parece uma peça de museu ao lado dos iPhones 4S e 5.&lt;br&gt;Nessa lógica, não demorará muito para que o Mini, que guarda sob o capô o velho motor do iPad 2 (lançado 2 anos atrás), se torne mais uma carroça tecnológica daqui a alguns meses - especialmente quando for feita a atualização para o iOS 7. Já o iPad de 4ª geração permanecerá por pelo menos 2 anos como um aparelho efetivamente útil.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Victor</dc:creator><pubDate>Sat, 16 Feb 2013 09:27:43 -0000</pubDate></item><item><title>Re: iPad mini: quando menos é mais na apropriação tecnológica humana</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/02/14/ipad-mini-quando-menos-e-mais-na-apropriacao-tecnologica-humana/#comment-799389526</link><description>&lt;p&gt;mas o processamento é suficiente para quem precisa de um aparelho desses. O fato é que com o avanço frenético da tecnologia, nós estamos, sem perceber, exigindo cada vez mais processamento para não usarmos em praticamente NADA. Isso resulta em 90% dos consumidores com máquinas de extremo processamento em mãos que JAMAIS serão utilizados ao seu limite. Quem tem a mente no lugar, analisa do que precisa e faz a compra de forma pontual. E outra... Usa o aparelho até quando ele não tiver mais atendendo a necessidade e não quando a propaganda o forçar a isso.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">David Machado</dc:creator><pubDate>Thu, 14 Feb 2013 14:01:10 -0000</pubDate></item><item><title>Re: iPad mini: quando menos é mais na apropriação tecnológica humana</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/02/14/ipad-mini-quando-menos-e-mais-na-apropriacao-tecnologica-humana/#comment-799280749</link><description>&lt;p&gt;Na verdade, o usuário do iPad mini sai perdendo em capacidade de processamento (chip A5 contra chip A6X) e na qualidade da tela (que não tem a tecnologia Retina Display). As vantagens do mini estão na maior portabilidade e no preço - 170 dólares mais barato que o iPad.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Victor</dc:creator><pubDate>Thu, 14 Feb 2013 12:27:07 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Além da resposta 42: a complexa fronteira entre informação e narrativa</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/01/09/alem-da-resposta-42-a-complexa-fronteira-entre-informacao-e-narrativa/#comment-775079359</link><description>&lt;p&gt;Caro Reinaldo, a questão levantada sobre a função da narrativa, se ela possui o objetivo de informar ou gera conhecimento é interessante, mas pertence a um lodaçal conceitual, acredito. No Dicionário de Filosofia de Mario Bunge, no verbete Conhecimento, o filósofo da ciência argumenta que o conceito, grosso modo, não existe. O que existe é informação estruturada. Já li algo parecido nos textos do Dreskte e também do Luciano Floridi, filosofo da informação. Em outras palavras, existe a figura triangular que se espalhou pela internet de forma memética, que possui a divisão entre dados, informação e conhecimento, sendo o lugar do conhecimento no topo da pirâmide. O conhecimento como algo superior. Talvez, exista a informação estruturada e relevante para tomada de decisões de forma ótima seja o caminho que gosto mais de pensar. Muito obrigado pela  vossa contribuição de alta qualidade, aumentando o nível de discussão do singelo artigo. abração.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Walter Teixeira Lima Junior</dc:creator><pubDate>Tue, 22 Jan 2013 14:53:18 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Além da resposta 42: a complexa fronteira entre informação e narrativa</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/01/09/alem-da-resposta-42-a-complexa-fronteira-entre-informacao-e-narrativa/#comment-773856721</link><description>&lt;p&gt;Além do ciclo recursivo entre informação e dados (sem ponto fixo, como diriam os rautos da informática) acho que talvez o ponto crítico (não fixo) seja o foco deste processo (que hoje anda meio perdido): a função da própria narrrativa é informar ou gerar conhecimento? este estaria em um patamar diferenciado dos dois anteriores (ainda que sem prosselitismos, didatismos, etc.). O conhecimento é o que muda o comportamento e só pode ser gerado de forma consistente (em qualquer nível) se houver uma boa construção relacional de dados e informação. Claro a forma é muito importante, mas não é parte do objetivo final, embora torne eficiente e atraente a transferência cognitiva.&lt;br&gt;O lamentável na profusão da web é que via de regra o foco é superficial ou inexistente, e ainda por cima completamente despojado da forma. Aí sim vale perguntar: por que tanta entropia para tão pouco resultado?&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">José Reinaldo Silva</dc:creator><pubDate>Mon, 21 Jan 2013 08:46:47 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Além da resposta 42: a complexa fronteira entre informação e narrativa</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/01/09/alem-da-resposta-42-a-complexa-fronteira-entre-informacao-e-narrativa/#comment-768944908</link><description>&lt;p&gt;Agradeço a leitura e observações, abs!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Walter Teixeira Lima Junior</dc:creator><pubDate>Tue, 15 Jan 2013 13:18:19 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Além da resposta 42: a complexa fronteira entre informação e narrativa</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/01/09/alem-da-resposta-42-a-complexa-fronteira-entre-informacao-e-narrativa/#comment-767238810</link><description>&lt;p&gt;Por mais óbvio que possa parecer, determinar o melhor formato para uma narrativa envolve uma série de critérios, que ainda variam a cada caso. Fazer uma boa escolha exige o mínimo de trabalho e consciência do seu próprio objetivo ao emitir uma mensagem. Ótima reflexão proposta no texto, parabéns!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Guilherme Ludwig</dc:creator><pubDate>Mon, 14 Jan 2013 07:50:26 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Além da resposta 42: a complexa fronteira entre informação e narrativa</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/01/09/alem-da-resposta-42-a-complexa-fronteira-entre-informacao-e-narrativa/#comment-764845322</link><description>&lt;p&gt;Agradeço. Abs!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Walter Teixeira Lima Junior</dc:creator><pubDate>Sat, 12 Jan 2013 08:59:12 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Além da resposta 42: a complexa fronteira entre informação e narrativa</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2013/01/09/alem-da-resposta-42-a-complexa-fronteira-entre-informacao-e-narrativa/#comment-762368977</link><description>&lt;p&gt;Excelente texto! Parabéns!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Martha Gabriel</dc:creator><pubDate>Thu, 10 Jan 2013 08:19:55 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Astroturfing: guerra suja na internet</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/06/05/astroturfing-guerra-suja-na-internet/#comment-555188448</link><description>&lt;p&gt;No link desta notícia tem a data... 2012/06/05.... péssimo... mas já ajuda!&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Peterson</dc:creator><pubDate>Tue, 12 Jun 2012 09:57:00 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Astroturfing: guerra suja na internet</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/06/05/astroturfing-guerra-suja-na-internet/#comment-551322409</link><description>&lt;p&gt;O mais chato de se ler um artigo em alguns sites (e algumas revistas também) é a falta de uma informação básica na minha opinião: a DATA da postagem ou publicação.&lt;br&gt;Sem a data, somente o contexto, quando possível, pra saber se ele é atual ou se já está obsoleto.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Heraldo Luciano</dc:creator><pubDate>Fri, 08 Jun 2012 04:13:51 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Sentimento: nova corrida do ouro da informação digital</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/04/05/sentimento-nova-corrida-do-ouro-da-informacao-digital/#comment-514867465</link><description>&lt;p&gt;O post ficou sem o nome do autor, tem apenas a descrição de sua formação.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Horácio Fialho</dc:creator><pubDate>Tue, 01 May 2012 07:13:19 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Sentimento: nova corrida do ouro da informação digital</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/04/05/sentimento-nova-corrida-do-ouro-da-informacao-digital/#comment-490940701</link><description>&lt;p&gt;Para monitoramento de redes sociais uso esta ferramenta: &lt;a href="http://socialanalytics.com.br" rel="nofollow noopener" target="_blank" title="socialanalytics.com.br"&gt;socialanalytics.com.br&lt;/a&gt;, até 3 palavras ela é free&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rodrigo Matheus</dc:creator><pubDate>Sat, 07 Apr 2012 21:01:18 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Collective Intelligence não é Inteligência Coletiva</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/03/15/collective-intelligence-nao-e-inteligencia-coletiva/#comment-484138534</link><description>&lt;p&gt;Gerar colaboração e interação e assim desenvolver inteligencias coletivamente está muito mais nas pessoas e no engajamento dessa comunidade do que nas ferramentas usadas. É claro que as ferramentas fazem parte importante dos resultados. :)&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">aferrari</dc:creator><pubDate>Tue, 03 Apr 2012 01:26:42 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Collective Intelligence não é Inteligência Coletiva</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/03/15/collective-intelligence-nao-e-inteligencia-coletiva/#comment-469036379</link><description>&lt;p&gt;Conseguir capturar a inteligência coletiva de maneira adequada exige que sistemas sejam construídos para essa finalidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fóruns foram um começo, mas extrair a informação relevante deles muitas vezes é um trabalho super difícil, justamente por não terem sido projetados para isso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Concordo com Ray Kurzweil quando ele diz que "interfaces that allow exponential growth of human knowledge with easy access to it are the very basis of the next paradigm of evolution" e tenho convicção que a inteligência coletiva tem que fazer parte disso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conceito de inteligência coletiva começou há pouco a ser explorado no Brasil e, como se pode ver, são pouquíssimos os experts que temos no país, dessa maneira, faz sentido a maneira como ele é interpretado no momento. Porém acredito que este conceito irá evoluir e se tornar igual tanto aqui quanto na Europa e EUA onde já são termos mais populares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mercado está acordando agora para isso e algumas iniciativas estão nascendo que conscientizarão as pessoas sobre isso. Um grande estudioso da área no Brasil é o prof. Leandro de Castro do Mackenzie, e outras duas empresas estão começando suas operações por aqui, uma delas, a Ledface que é brasileira, e outra, Spigit que é americana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em breve essa percepção que muitos tem sobre inteligencia coletiva ira mudar...&lt;br&gt;&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Rafael Moret</dc:creator><pubDate>Mon, 19 Mar 2012 11:25:47 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Collective Intelligence não é Inteligência Coletiva</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/03/15/collective-intelligence-nao-e-inteligencia-coletiva/#comment-465952549</link><description>&lt;p&gt;Hum. Sempre entendo "inteligência coletiva" desta forma: "um mundo de possibilidades positivas, advindas de contribuições coletivas que geram soluções inteligentes"...&lt;br&gt;Mas sinceramente, retirando do conceito "inteligência" essa áurea de que "ela" deve ter elegância e beleza, penso que as soluções advindas da colaboração, do compartilhamento podem sim atingir níveis acima da média.&lt;br&gt;A questão creio é que ainda existe um certo estranhamento com o que é construído dessa forma. Um certo "olhar torto"...&lt;br&gt;Sistemas complexos?... creio que ferramentas comuns, como um fórum por exemplo, podem gerar soluções inteligentes. Podem gerar analises inteligentes...&lt;br&gt;Imagino que a "qualidade" da inteligencia gerada, está mais associada a organização da coletividade. Ao comprometimento dos seus indivíduos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Paulo Braga Prado</dc:creator><pubDate>Thu, 15 Mar 2012 09:10:32 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Pasteurização do uso das TICs propaga o mais do mesmo</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/02/13/pasteurizacao-do-uso-das-tics-propaga-o-mais-do-mesmo/#comment-446278422</link><description>&lt;p&gt;Em que pese a boa vontade dos profissionais envolvidos nesse processo, o que se verifica é uma assombrosa falta de informação, descrita de forma diferente pelo Eduardo e pelo Luiz. Em um universo de profissionais onde os mais "antenados", para usar a palavra do texto, são early users da web a ponto de adotarem aplicativos para resolver problemas corporativos de tecnologia, pagando por isso, fica muito difícil vislumbrar qualquer coisa que se assemelhe à inovação e criatividade. Isso está, desde sempre, junto à inquietação característica daqueles que se voltam, prá começo de conversa, com a forma como o mercado de software se organiza, ao optarem pelo Open Source. E, posteriormente, por soluções diferenciadas e mais sofisticadas para questões nem tão novas assim. Qualquer semelhança com o modelo de negócio e de licença adotado pelo Google *não é mera coincidência. Esperar que profissionais que vêem no limite da inovação a camisa de força financeira e tecnológica representada pelos aplicativos apresentem propostas criativas e inovadoras é um pouco de fé excessiva na falta de informação.&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Maurício Alves</dc:creator><pubDate>Wed, 22 Feb 2012 16:35:47 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Pasteurização do uso das TICs propaga o mais do mesmo</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/02/13/pasteurizacao-do-uso-das-tics-propaga-o-mais-do-mesmo/#comment-442765175</link><description>&lt;p&gt;Gostei do artigo, infelizmente todo mundo cobra inovação, mas quando se propõem algo novo sempre vem alguém e diz que não dá, que não é isso que o mercado quer, isso não dá dinheiro, etc... Sou técnico em eletrônica e vejo isso na área, o negócio agora é comprar um microcontrolador programado, soldar os componentes e por pra funcionar, e o sujeito se diz técnico/engenheiro. É nessas horas que o passado faz falta. &lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Eduardo Amâncio</dc:creator><pubDate>Sat, 18 Feb 2012 08:54:43 -0000</pubDate></item><item><title>Re: Pasteurização do uso das TICs propaga o mais do mesmo</title><link>http://idgnow.com.br/blog/tecnologiaecomunicacao/2012/02/13/pasteurizacao-do-uso-das-tics-propaga-o-mais-do-mesmo/#comment-438825689</link><description>&lt;p&gt;Olá, Luiz, vou melhorar os textos posteriores. Obrigado pelo comentário&lt;/p&gt;</description><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Walter Lima </dc:creator><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 08:46:25 -0000</pubDate></item></channel></rss>